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sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

UDEscola - Tabela dos Infinitivos em Inglês


Agora que encerrei meus anos de escola, quero disponibilizar para vocês algumas tabelas que foram confeccionadas por mim ou reprodução de outras (como sempre, tudo na Licença Creative Communs, que está na barra do blog) úteis para o dia-a-dia escolar. Principalmente para quem está estudando no colégio que estudei "Walter Holthausen" de Lauro Müller. Embora sejam assuntos bem generalistas.

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Esta tabela foi confeccionada por mim. Esta é a tabela das formas dos infinitivos em Inglês, parece um pouco complicada, mas é só observar bem as colunas. Esta um garanto que está na  Licensa CC-BY-NC-SA. Aqui reproduzo, você pode alterar, copiar, distribuir, creditando minha autoria e não a vendendo. Caso modifique, você deve usar a mesma licença.

UDEscola - Tabela do Plural dos Substantivos em Inglês



Agora que encerrei meus anos de escola, quero disponibilizar para vocês algumas tabelas que foram confeccionadas por mim ou reprodução de outras (como sempre, tudo na Licença Creative Communs, que está na barra do blog) úteis para o dia-a-dia escolar. Principalmente para quem está estudando no colégio que estudei "Walter Holthausen" de Lauro Müller. Embora sejam assuntos bem generalistas.

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Esta tabela foi confeccionada por mim. Esta um garanto que está na  Licensa CC-BY-NC-SA. Aqui reproduzo, você pode alterar, copiar, distribuir, creditando minha autoria e não a vendendo. Caso modifique, você deve usar a mesma licença.

UDEscola - Tabela dos Prefixos e Sufixos de Química


Agora que encerrei meus anos de escola, quero disponibilizar para vocês algumas tabelas que foram confeccionadas por mim ou reprodução de outras (como sempre, tudo na Licença Creative Communs, que está na barra do blog) úteis para o dia-a-dia escolar. Principalmente para quem está estudando no colégio que estudei "Walter Holthausen" de Lauro Müller. Embora sejam assuntos bem generalistas.


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Esta tabela é da irmã do meu amigo Alexandre Vieira (vulgo Pocotó, ele me mata rsrs). Ela chegou na sala pelas suas mãos, mas é total propriedade intelectual de sua irmã, a qual não sei o nome, 8P. Aqui só reproduzo para não haver necessidade de foto cópia.

UDEscola - Tabela de Árvores Genealógicas


Agora que encerrei meus anos de escola, quero disponibilizar para vocês algumas tabelas que foram confeccionadas por mim ou reprodução de outras (como sempre, tudo na Licença Creative Communs, que está na barra do blog) úteis para o dia-a-dia escolar. Principalmente para quem está estudando no colégio que estudei "Walter Holthausen" de Lauro Müller. Embora sejam assuntos bem generalistas.



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Esta tabela é de algum livro que não sei, foi minha professora de Biologia que me disponibilizou. É total propriedade intelectual de quem quer que seja, 8P. Aqui só reproduzo para não haver necessidade de foto cópia.

UDEscola - Tabela dos Ânions e Cátions

 
Agora que encerrei meus anos de escola, quero disponibilizar para vocês algumas tabelas que foram confeccionadas por mim ou reprodução de outras (como sempre, tudo na Licença Creative Communs, que está na barra do blog) úteis para o dia-a-dia escolar. Principalmente para quem está estudando no colégio que estudei "Walter Holthausen" de Lauro Müller. Embora sejam assuntos bem generalistas.



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Esta tabela é de algum livro que não sei, foi meu professor de Química que me disponibilizou. É total propriedade intelectual de quem quer que seja, 8P. Aqui só reproduzo para não haver necessidade de foto cópia.

UDEscola - Tabela do Gênero dos Nomes em Inglês


Agora que encerrei meus anos de escola, quero disponibilizar para vocês algumas tabelas que foram confeccionadas por mim ou reprodução de outras (como sempre, tudo na Licença Creative Communs, que está na barra do blog) úteis para o dia-a-dia escolar. Principalmente para quem está estudando no colégio que estudei "Walter Holthausen" de Lauro Müller. Embora sejam assuntos bem generalistas.



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Esta tabela é da apostila do Energia, é total propriedade intelectual da instituição. Aqui só reproduzo para não haver necessidade de foto cópia.

UDEscola - Tabela dos Verbos Irregulares em Inglês

 
Agora que encerrei meus anos de escola, quero disponibilizar para vocês algumas tabelas que foram confeccionadas por mim ou reprodução de outras (como sempre, tudo na Licença Creative Communs, que está na barra do blog) úteis para o dia-a-dia escolar. Principalmente para quem está estudando no colégio que estudei "Walter Holthausen" de Lauro Müller. Embora sejam assuntos bem generalistas.


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Esta tabela é do livro Enssential English - Editora IBEP, é total propriedade intelectual dos autores. Aqui só reproduzo para não haver necessidade de foto cópia.

UDEscola - Tabela Periódica dos Elementos Químicos

 
Agora que encerrei meus anos de escola, quero disponibilizar para vocês algumas tabelas que foram confeccionadas por mim ou reprodução de outras (como sempre, tudo na Licença Creative Communs, que está na barra do blog) úteis para o dia-a-dia escolar. Principalmente para quem está estudando no colégio que estudei "Walter Holthausen" de Lauro Müller. Embora sejam assuntos bem generalistas.

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Esta tabela é da capa da apostila do Energia, é total propriedade intelectual da instituição. Aqui só reproduzo para não haver necessidade de foto cópia ou compra de outra tabela.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Uma paródia educativa

Hoje vou disponibilizar para vocês uma paródia que fiz em sala de aula nos meus tempos de Ensino Médio (agora já posso usar o pretérito). Foi para a professora de História, Reginalda. À letra de We Will Rock You do Queen, vamos pensar nesse momento histórico que tanto nos influência ainda hoje:

Bem vindos ao feudalismo!
Original: We Will Rock You
                   Queen
Adaptação: Jeison Cleiton Pandini

Era uma vez na antiga Europa
Uma sociedade com um mil anos de história
Os servos trabalhando
A igreja manipulando
E a nobreza a vida aproveitando

Bem vindos ao feudalismo!
Bem vindos ao feudalismo!


Ó minha santidade
Eu morro de trabalhar
E mal dá pra me sustentar
Meu querido servo
Se a vida é assim
Foi porque Deus a quis assim

Bem vindos ao feudalismo!
Bem vindos ao feudalismo!


Ó meu senhor
Eu vim lhe perguntar
Porque tantos impostos tenho que pagar?
Óóó servo, não olhe assim
Saiba que você ė inferior ȧ min

Bem vindos ao feudalismo!
Bem vindos ao feudalismo!
Bem vindos ao feudalismo!
Bem vindos ao feudalismo!

terça-feira, 29 de setembro de 2009

A Civilização Asteca

Quando falamos de nativos da América já nos vem a ideia esquematizada de oca, penacho, gente nua gritando em torno de uma fogueira. Mas devemos ver além disso, não querendo desmerecer os nossos indígenas brasucas, que eles tinham cérebro e faziam belo uso deles.

Cidades colossais foram postas de pé pelos Astecas, e o mais intrigante sobre um pântano! Isso é que o fascinante, não se render diante dos problemas. Na verdade construíram ali por causa de um pássaro que voava alto: um gavião que pousou sobre um graveto no meio pântano. Símbolo para o líder dos primeiros astecas de que o lugar era abençoado.

Mas você pode me perguntar: como construir num pântano propício a inundações e afundamentos? Eu lhe respondo: com estacas! Várias estacas eram cravadas ao chão e sobre aquelas estruturas foram construídas casas, templos, uma cidade inteira.

Tá mais aquilo era um pântano, e a água, comida onde se arranjava? Lá na Europa existia em Roma um negócio chamado Aqueduto que trazia água potável das fontes para a cidade. Os astecas (lógico que sem saber) fizeram algo semelhante, e melhor. Cada “aqueduto” tinha duas vias por questão de higiene: enquanto um era limpo o outro era utilizado.

Tinham uma um higiene muito melhor, tomavam muitos banhos por dia. O banho do imperador (se podemos usar esse termo), era o mais luxoso: tinha um sistema de saneamento que levava água até o alto de uma montanha que tinha uma visão para o seu jardim. Na Europa a peste dizimava milhares.

Ah! A comida, você acha que esqueci? Não, como poderia esquecer de algo tão inteligente! Afinal, os astecas tinham (para realizar tais feitos) um apurado estudo de química, física, matemática, arquitetura, engelharia e etc. Tá os alimentos, os alimentos!... Sabe que existem uns japas querem plantar alface na água? Sabe que eles conseguiram? Sabe que os astecas já faziam isso? É verdade, num amontoado de gravetos e um pouco de matinhos com lama se desenvolviam tudo o que precisavam em culturas. Os gravetos ali é só pra dá uma sustentação, pois a água com alguns minérios já dá conta.

E nisso o Império Asteca se expandia pelo crescimento populacional e pelas guerras! War, war, war! Duas coisas ameaçavam os astecas: a auto-matança e os europeus que estava a caminho. A auto-matança devemos intender não como uma idiotice. O sangue é liquido que consta todos os nossos nutrientes necessário para a nossa vida, e o coração o símbolo máximo da vida. E o Sol o astro rei dos quais somos dependentes, logo precisaria de energia para continuar no céu. Por isso os sacrifícios. E temos o bisturi, seu corte afiado e o instrumento asteca, que são feitos do mesmo material.

Era um povo muito guerreiro, expandiram muito seu território de domínio e logo ficara muito ruim de se comunicar transportar mercadorias. Soluções: construir grandes vias e um sistema de mensagens muito eficaz. Ele funcionava desta forma,  havia um homem de 7 em 7 km e um ia passando a mensagem de que montanhas se moviam sobre as água: os espanhóis em suas navios.

Diferentes, o encontro foi tenso. Quem é superior a quem, quem é mais terrível, quem é menos civilizado? Mas os astecas se abriram ao inimigo interesseiro, que os apunhalou. Confrontos, mortes, doenças, corte de água, para enfraquecer o inimigo etc e etc. Certo que a Europa no final das contas fez mais um estrago, destruindo cultura, monumentos, um legado.

Mas ainda conseguimos ter acesso a toda a essa larga pampa, como vimos várias coisas desenvolvidas por eles das quais perduram a até os dias do homem moderno, como o bisturi, o cultivo moderno de plantas, o cuidada com a higiene, o correio eficaz, entre outros. Devemos lembra-los como grandes influenciadores no processo de evolução do conhecimento humano. Os astecas, tinham um nível de conhecimento elevadíssimo para a sua época, que certamente chamou muito a atenção de pesquisadores e historiadores que investigaram esse povo.

Adaptação de texto produzido para a disciplina de História e avaliado pela professora Reginalda da E.E.B "Walter Holthausen".

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Ingênuos Fosquinhas

"Certa vez, quando ainda era presidente do Brasil. Fernando Henrique Cardoso estava na Europa e lhe perguntaram como era o povo brasileiro? O então presidente respondeu: - o povo brasileiro é fosquinha." A Tribuna

Inspirado nisso fui incumbido, pelo professor Claudiei (que ministra a disciplina de Sociologia da E. E. B. "Walter Holthausen"), de defender o povo brasileiro do título de fosquinha:



Por proposta, me atenho a defender nestas linhas o povo brasileiro da fosquinha que nos foi atribuída. O brasileiro não é fosquinha porque não detém essa malícia em seus atos, generalizando obviamente.

Para esquematizar este peculiar verbete, vamos tomar um individuo que, por definição do dicionário Aurélio, terá de ser aquele que faz disfarce, que finge (e outras significações que não cabem aqui). Porém esta que se disfarça e finge sabe disso, tem plena consciência do que faz. Agora alcancei o ponto de minha defesa: o povo brasileiro é ingênuo.


Porque desta afirmação, nós as vezes nos pomos em situação que não somos, mas não com a pretensão e malícia do verbete original. Temos esta colocação, pois a ingenuidade nos leva a isso, a falta de conhecimento também, ocasionalmente. Fato é que nós, povo cremos no que pesamos, é verdadeiro (ao menos para si).

Cremos tanto que somos trabalhadores que nos damos direito de estender o Carnaval por quase sete dias. Mas se perguntas a esses foliões se eles merecem esses dias longe da labutação, responderam que sim. Não é egocentrismo ou outrem, é levar fé no que pensa. Ora, essa nos deixem fantasiar como um criança, pois sem isso a auto-estima nos se aguenta! Moderadamente...

Me permita esta audácia leitor, neste país onde tudo anda a ¨trancos e barrancos¨, ode ganha-se pouco por muito (salário, impostos, retornos...), este povo é que traz o brilho para o Brasil internacionalmente.

Digo, temos que nos manter no chão, não só viver no mundo da fantasia, mas não nos julguem maus, ou interpretem que somos maus, pretensiosos, nossa ostentação é natural não digna de ser um fosquinha.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Desenrrolando o Hino Nacional

Semana passada divulguei num tributo ao Dia da Independência o hino da festividade com sua forma mais fácil de interpretar, sem os estilismos da época. Quem quiser pode ver aqui. Mas o Hino da Independência é relativamente fácil, convenhamos. Mas o nacional hum...

Dedicado a nossa querida Vanusa (não pude me aguentar, hehe), divulgo agora o Hino Nacional Brasileiro, que é muito mais etilizado e enfeitado, sendo questão de vestibular: "Qual o sujeito na frase: 'Ouviram do Ipriranga as margens plácidas, de um povo o brado retumbante'?".

Ai em baixo vocês conferem a resposta, anexo um histórico das idas e vindas até a versão final do hino.


A música do hino brasileiro foi composta por Francisco Manuel da Silva, em 1831 e ficou 91 anos sem ter uma letra oficial.
A letra deste hino já foi apresentada em três diferentes versões. A primeira é de 1831, para comemorara abdicação de D. Pedro 1 e seu retorno a Portugal.
Em 1841, recebeu a segunda versão, que celebrava a coroação de D. Pedro II. Nela, o autor desconhecido expressava momentos históricos do Brasil, não a alma do povo, tanto que caiu no esquecimento. Além disso, como os versos não se enquadravam na partitura, o hino era mais tocado do que cantado. Sendo assim, outra letra precisava ser escrita.
Com a proclamação da República, essa letra monarquista caiu em desgraça, mas só foi substituída em 1922, quando foi realizado um concurso público para que um novo hino fosse escolhido. Como o primeiro colocado era muito parecido com a Marselhesa, o hino francês, para não se ter um plágio como símbolo do país, o hino vencedor foi aproveitado para ser o Hino da República (“Liberdade! Liberdade!/Abre as asas sobre nós/Das lutas na tempestade/Dá que ouçamos tua voz!”). Outro concurso foi aberto e no decorrer dele, optou-se por mudar só a letra, mantendo a música criada por Francisco Manuel da Silva, em 1831. As estrofes de Joaquim Osório Duque Estrada acabaram sendo escolhidas.
Aversão oficial do Hino Nacional compõe-se de duas partes, cada uma com vinte e cinco versos.

Autor da letra
Joaquim Osório Duque Estrada

Nasceu em Pati do Alferes (RJ) em 1870 e faleceu em 1927, no Rio de Janeiro. Professor do Colégio D. Pedro II e da Escola Normal, foi poeta e critico literário. Obras principais: A Arte de Fazer Versos, Crítica e Polêmica.

Autor da música
Francisco Manuel da Silva

Nasceu em 1795 no Rio de Janeiro, onde faleceu em 1865. Dedicou-se à música desde a infância, fundando a Sociedade Beneficente Musical e o Conservatório de Música do Rio de Janeiro.



Hino Nacional Brasileiro
Letra OriginalVersão (ordem direta)
Ouviram do Ipiranga as margens plácidas
De um povo heróico o brado retumbante,
E o sol da liberdade, em raios fúlgidos,
Brilhou no céu da Pátria nessa instante.
As margens plácidas do [rio] Ipiranga ouviram o
brado retumbante de um povo heróico,
E, nesse instante, o sol da liberdade brilhou
no céu da Pátria em raios fúlgidos.
Se o penhor dessa igualdade
Conseguimos conquistar com braço forte,
Em teu seio, ó Liberdade,
Desafia o nosso peito a própria morte!
Se, com braço forte,
conseguimos conquistar o penhor dessa igualdade
em teu seio, ó Liberdade, o nosso peito
desafia a própria morte!
Ó Pátria amada,
Idolatrada,
Salve!Salve!
Salve! Salve!
Ó Pátria amada,
Idolatrada.
Brasil, um sonho intenso, um raio vívido
De amor e de esperança à terra desce,
Se em teu formoso céu, risonho e límpido,
A imagem do Cruzeiro resplandece.
Brasil, se a imagem do Cruzeiro resplandece
em teu céu formoso, risonho e límpido,
um sonho intenso, um raio vivido
de amor e de esperança desce à terra.
Gigante pela própria natureza,
És belo, és forte, impávido colosso,
E o teu futuro espelha essa grandeza.
Gigante pela própria natureza,
és belo, és forte, impávido colosso,
e essa grandeza espelha o teu futuro.
Terra adorada,
Entre outras mil,
És tu, Brasil,
Ó Pátria amada!
Brasil, Pátria amada!
Entre outras mil, tu és a terra adorada.
Dos filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada,
Brasil!
Brasil, Pátria amada!
[tu] és [a] mãe gentil dos filhos deste solo.


Deitado eternamente em berço esplêndido,
Ao som do mar e à luz do céu profundo,
Fulguras, ó Brasil, florão da América,
Iluminado ao sol do Novo Mundo!
Deitado eternamente em berço esplêndido,
ao som do mar e à luz do céu profundo,
iluminado ao sol do Novo Mundo,
[és tu que] fulguras, ó Brasil, florão da América.
Do que a terra mais garrida
Teus risonhos lindos campos têm mais flores;
“Nossos bosques têm mais vida”,
“Nossa vida’ no teu seio mais amores”.
Teus campos risonhos e lindos têm mais flores
do que a terra mais garrida;
“Nossos bosques têm mais vida”,
no teu seio [também] “Nossa vida mais amores”.
Ó Pátria amada,
Idolatrada,
Salve!Salve!
Salve! Salve!
Ó Pátria amada,
Idolatrada.
Brasil, do amor eterno seja símbolo
O lábaro que ostentas estrelado,
E diga o verde-louro desta flâmula
Paz no futuro o glórias no passado.
Brasil, [que] o lábaro estrelado que ostentas
seja símbolo de amor eterno,
E o verde-louro desta flâmula diga:
Paz no futuro e glória no passado.
Mas, se ergues da Justiça a dava forte,
Verás que um filho teu não foge à luta,
Nem teme, quem te adora, à própria morte.
Mas, se ergues a clava forte da Justiça,
Verás que um filho teu não foge à luta.
[verás que] quem te adora [não] teme nem a
própria morte.
Terra adorada,
Entre outras mil,
És tu, Brasil,
Ó Pátria amada!
Brasil, Pátria amada!
Entre outras mil, tu és a terra adorada.
Dos filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada,
Brasil!
Brasil, Pátria amada!
[tu] és [a] mãe gentil dos filhos deste solo.


Vocabulário

BRADO grito forte
CLAVA grande porrete, usado no combate corpo-a-corpo
COLOSSO grande, gigante, nome de uma estátua de enormes dimensões
CRUZEIRO a constelação de estrelas que forma o Cruzeiro do Sul
ESPELHA reflete
FLÂMULA bandeira
FLORÃO enfeite, ornamentos, jóia, ornato em forma de flor
FÚLGIDOS brilhantes, cintilantes, de luz intensa
FULGURAS que brilhas, que ama e defende seus “filhos”, os brasileiros
GARRIDA que tem elegância, graça; enfeitada, vistosa, que chama a atenção pela beleza
IDOLATRADA adorada, muito querida, muito amada, respeitada
IMPÁVIDO corajoso, destemido, tranquilo, calmo
IPIRANGA é à riacho em cujas margens D. Pedro 1 proclamou a independência
LÁBARO bandeira, antigo estandarte usado pelos romanos
LÍMPIDO limpo, claro, puro, sem nuvens
MÃE GENTIL a pátria, que ama e defende seus “filhos”, os brasileiros
NOVO MUNDO América, novo continente descoberto pelos europeus
OSTENTAS exibes, mostras
PENHOR garantia, prova, a segurança de que haverá liberdade
PLÁCIDAS tranquilas, serenas, calmas, sossegadas
RESPLANDECE brilha
RETUMBANTE vibrante, estrondoso, que ecoa, faz eco
SEIO coração, dentro do peito
VERDE-LOURO verde e amarelo
VIVIDO cheio de vida, luminoso, brilhante

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Um ideologia: Marketing Pessoal

Listamos abaixo as principais regras para tornar-se destaque no mundo e suas esfera:

  1. Comunique-se! Seja amigável a todos, crie redes de relações, nos quais quer âmbitos;
  2. Tente conduzir as situações para você: seja o centro das atenções;
  3. Conheça vários assunto: seja vesátil, não martirize os recepitores com assuntos enfadonhos.

Texto produzido para a disciplina de Sociologia e avaliado pelo professor Claudinei da E.E.B "Walter Holthausen". Aqui cabendo a obeservação de que a proposta era criar um ideologia própria.
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